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Agressividade infantil: desafios e possibilidades

Agressividade infantil: desafios e possibilidades

Vida Infantil palestra agressividade infantilO Espaço Vida Infantil promove, no próximo dia 5, uma palestra com temática de interesse de muitos pais: “Agressividade infantil: desafios e posssibilidades”. Será uma conversa para troca de experiências com as psicólogas Dayse Abreu e Fernanda Coelho. A palestra é gratuita e aberta ao público.

Para participar, basta fazer a inscrição pelo telefone (085) 3032.1087 e garantir a vaga.

Serviço: 
Local: Vida Infantil (Afonso Celso, n. 507)
Data: 05/07 (quarta)
Horário: 18h
Palestrantes: as psicólogas Dayse Abreu e Fernanda Coelho do projeto CON-TATO
Telefone para a inscrição: 3032-1087

Gui comemora com as Tartarugas Ninjas

Gui comemora com as Tartarugas Ninjas

Hora de pirulitar com festa linda! E vai ser com o aniversário de seis aninhos do Guilherme. Ele é fã das Tartarugas Ninjas e os papais Erica e Solimar Gums, donos da Siará Telecom, escolheram os personagens e suas peripécias como temática para a comemoração. E tudo foi desenvolvido com muito capricho pela mamãe dele e pelos profissionais contratados. E o bacana também é que a festa aconteceu no Game Station do Shopping Parangaba, mostrando que dá sim para fazer evento lindo em shopping. Danuta Fernandes comandou o cerimonial. Acompanhem abaixo pelos cliques de Galvão Neto.

aniver do Gui cenário

A linda decoração da Sophia Gomes, com esse mix de balões de Rafael Suaso e arranjos por Amuh Flores, chamou toda atenção dos convidados. A JF Juliana Lima cuidou do serviço de buffet, lanches e delícias.

aniver do Gui familia 3

E a família estava pirulitando com tamanha realização. O aniversariante era uma alegria só!

aniver do Gui familia 2

aniver do Gui bolo

O bolo levou a grife de Recriando Festas Bolos Artisticos e deixou os meninos em polvorosa com  as mini tartarugas. Uma fofura! A ChocoShow levou seus chocolates e a Empório Doces Artesanais os seus doces diferenciados.

aniver do Gui mimos 4

Ludmilla Figueiredo produziu mimos criativos com  Michelângelo, Donatelo, Leonardo e Raphael.

aniver do Gui mimos 5

aniver do Gui mimos

aniver do Gui parabpens

A hora do parabéns, um momento especial, tomado pela emoção e felicidade em festejar mais um ano de saúde do Gui.

aniver do Gui personagem 2

A Trupe Riso garantiu a animação da garotada com seu personagem de Tartaruga.

aniver do Gui lembranças

 

Animação essa, que aumentou ainda mais com as lembranças, porta-tudo, confeccionadas por Cassia Bolsas. que também fez as lembranças das mães. Jamilly Lima ficou com as canecas para avós, padrinhos e crianças maiores.

 

 

 

2 aniver Gui lembranças

Os porta-carregadores de celular das mães foram um sucesso.

2 aniver Gui brincando

 E como não podia deixar de ser, todos que marcaram presença no aniversário se divertiram muito, pois festa no shopping tem essa vantagem em relação aos outros tipos: é sinônimo de diversão. E contando com o bom gosto e talento da mamãe Erica, uma festeira de carteirinha, o momento foi ainda mais inesquecível! Pirulitante!

Gostou? Não deixa de passar na cobertura completa no link Coberturas. Clique aqui.

Gênio Azul, uma aventura tecnológica

Gênio Azul, uma aventura tecnológica

A escola Gênio Azul vem fazendo cada dia mais sucesso com seus módulos e método de ensino. Nesse post, vamos pirulitar um pouco ao saber mais sobre o diferencial de seus cursos e metodologia. Veja abaixo:

genio azul divulgação

A Gênio Azul oferece uma grande aventura pelo universo da programação, da robótica e dos games. As aulas instigam a criatividade e a resolução de muitos desafios com o objetivo de aprender descobrindo e descobrir aprendendo.

O ensino é cheio de projetos e desafios de lógica, robótica e muita ludicidade. O foco é a aprendizagem de todos os alunos em torno dos dispositivos e instrumentos que os rodeiam, que despertam a criatividade, a intuição matemática e a curiosidade científica. Tudo sem deixar de lado a motivação para uma postura colaborativa e cooperativa das equipes.

Conhecer, aprender e construir são os pilares educacionais importantes da metodologia do Gênio Azul. Os alunos são estimulados para o desenvolvimento do raciocínio lógico, da interação e do planejamento, além do trabalho em equipe e da socialização das aprendizagens.

Para tal, é utilizada a tecnologia como recurso no processo educativo, um complemento importante para reforçar a educação de crianças e jovens. E, independente do que eles queiram ser quando crescer, certamente precisarão ter um bom raciocínio lógico e pensamento computacional.

Contatos:

Av Barão de Studart, 1501, Lojas 14 e 15

Aldeota – Fortaleza/CE

+55 85 3047-9977 contato@genioazul.com.br http://www.genioazul.com.br https://www.facebook.com/escolagenioazul

Obs: Fazemos parceria com as escolas

III Arraiá do Sítio São Luís

III Arraiá do Sítio São Luís

arraia do sitio são luisVem aí o III Arraiá do Sítio São Luís! E por lá vai ter muita diversão em meio a tradição de um local histórico, em Pacoti, no Ceará. Abaixo seguem as informações para for curtir essa festança, que acontece dia 15 de julho.

Serviço:
Valor do convite:
Adulto: R$70,00
Crianças entre 6 a 12 anos: R$ 35,00
Crianças até 5 anos não pagam.
Formas de Pagamento:
-Transferência bancária
Conta Banco do Brasil
Agência 2937-8
Conta Corrente: 20302-5
Daniel de Goes Nepomuceno
CPF: 455.921.013-68
-Cartão de Crédito ou em espécie no local da venda em Fortaleza.
-Local de vendas e entrega dos convites:
Av. Oliveira Paiva Nº 1500, sal 201
Fones:
85 3046-2828
85 988504118
Falar com Germana
(Horário Comercial)
Importante: no Sítio os pagamentos não poderão ser feitos com cartões de crédito.

Texto: Não deixe um bebê chorar

Texto: Não deixe um bebê chorar

Kalu Brum doula

A doula Kalu Brum escreveu um texto há algum tempo, mas que serve de inspiração para mães e pais:

“De todas as teorias do universo materno, as que me assustam são: não dar colo para o bebê, regular a amamentação em horários cronológicos e deixar o bebê chorando. Elas me pegam na alma.

Bebes não sabem falar, nasceram em um ambiente aquático, escuro, cheio de movimento e calor e estão do lado de fora.

Precisam ser alimentados, estranham. Descobrem no peito uma maneira de ter o aconchego pleno.

Basta ver uma cadela: quando o filhote chora a mãe corre e aconchega. Bebês não choram a toa e se choram estão pedindo:

– Por favor me ajude

Ajude a dormir, a enfrentar a solidão, a lidar com a temperatura que oscila.

Quando um bebê pede colo ele está reconhecendo que você é uma segurança.

Quando você nega esse colo ele pode se acostumar com a negligência e resignar-se. Mas ele não está feliz.

Eu adoro o conceito: permita que as crianças sejam dependentes no momento em que podem ser, para que sejam independentes para toda a vida.

O que mais vejo neste mundo são pessoas dependentes e resignadas.

Dependentes de comida, de medicamentos, de sexo, de necessidade de aceitação.

São, algumas vezes, sobreviventes de pequenos ou grandes abandonos.

Algumas vezes vendo esses programas que difundem a ideia da Torturadora de bebês eu sinto algo inexplicável: eu choro com a mãe que chora, com o filho que dorme soluçando.

Não há nada mais fácil e prazeroso para mãe e bebê do que deitar junto com o bebe e dormir agarradinho.

É tão rápido que eles crescem. O que são 3 anos diante de uma vida toda?

Queremos tanto a independência precoce, exaltamos isso como troféu e depois questionamos onde se perdeu esse fio.

Eu vejo idosos abandonados com cuidadores ou em asilos e vejo ali o reflexo de uma sociedade que fecha os olhos para os dependentes trocando o amor por tecnologia, chupeta, mamadeira, berço que balança e no fim, uma cama fria e olhos de uma profissional contratada.

Assim começa a vida, assim ela termina. No meio um grande vazio que tentamos preencher. Um vazio cultivado em nome dessa ilusória independência precoce”.

Super mães

Super mães

No mês das mães, a psicóloga infantil Felícia dos Santos escreveu um texto que serve como reflexão para todas nós, mães, e que é atemporal.

super mom“Ter filhos pode ser uma experiência desorganizadora, que nos remete a emoções profundas e desconhecidas, guardadas em nosso inconsciente.
Desde que nascemos, de alguma forma somos orientadas a refletir e exercitar a maternidade. Às vezes tenho impressão que essa temática é tão essencialmente nossa, que deve ter sido carimbada no ato do nosso nascimento. O cenário cultural, independente da classe social, cuida de emblemas as habilidades necessárias para nos tornarmos mães ideais. E essa carga do perfeito, muitas vezes insustentável, nos acompanha no decorrer das nossas fases do desenvolvimento, assim como nas configurações relacionais que vamos construindo e incorporando à nossa subjetividade.
Em nosso cotidiano, quase que inevitavelmente nos deparamos com esse jogo de palavras “ideal x real”, foneticamente semelhantes, mas afetivamente tão distintos. De acordo com a definição em nossa língua mãe, “o ideal só existe na imaginação, é algo da dimensão do fantástico, quimérico e perfeito, logo humanamente impossível de ser alcançado”. Já a definição de real, clarifica a existência verdadeira, e não imaginária, da dimensão da vida real. Logo acolhe e compreende melhor as nossas limitações enquanto humanos gerando equilíbrio emocional satisfatório para lidar com as complexidades do empoderamento da maternidade.
Mesmo que tenhamos sido preparadas em toda a nossa existência para “dar a luz”, quando de fato isso ocorre, quase sempre nos sentimos despreparadas, inseguras e imaturas para assumir esse papel de tão grande porte. Enfrentamos a avalanche de mudanças corporais e hormonais, os infinitos e repetitivos exames, no entanto, quando estamos defronte aquele pequeno ser que depende incondicionalmente de nós, entramos instantaneamente numa crise por aquisição. Somos invadidas por um misto de sentimentos e por um turbilhão de emoções. Não bastando esse cenário caoticamente desorganizado, ganhamos junto com bebê um kit de sentimento de culpa.
As mães que trabalham fora de casa, antes mesmo de saírem da maternidade, já estão com o calendário nas mãos para, angustiadamente, contarem os dias que faltam para ficarem com o seu bebê. Já as mães em tempo integral precisam enfrentar a dor do anonimato, aceitando o seu bebê como o protagonista principal.
Quando pensei em escrever esse texto, busquei relatar um pouco do descontentamento e da dificuldade em lidar com a desconstrução de um modelo de mãe ideal, culturalmente reforçado em detrimento ao modelo de mãe real, sem admissão de comparações, porém legítimo e empoderado.
Na minha experiência materna, a mãe real é aquela que aceita errar, que está aberta as inovações, que repassa afetivamente seus princípios e valores, que investe no fortalecimento do vínculo e que corrige empaticamente seus filhos. Mães reais somos todas nós, que organizamos as nossas agendas, sempre priorizando um tempo presentificado com nossos filhos. Mãe real se faz no decorrer dos dias, dos meses e dos anos, através de experiências positivas e punitivas que desenham a história de um vínculo fortalecido que impera sobre modelos figurativos do ideal, perdidos e apagados nos dogmas culturais e nas historinhas de “faz de conta”. Eu sou uma mãe real, comprometida em acomodar dentro do meu diversificado repertório de atividades, ser feliz e fazer meus filhos felizes.”

Por Felícia Rodrigues dos Santos
Psicóloga Infantil CRP 11/05957
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