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Oficina de culinária saudável para crianças

Oficina de culinária saudável para crianças

Nestas férias também há uma oportunidade incrível de os pequenos terem contato com comidas saudáveis e ganharem um estímulo extra para mudar de hábito. Um time de nutricionistas está programando uma Oficina de culinária saudável para crianças, nos dias 11 e 13 de julho.

A oficina garante a união de bons hábitos, estimular uma alimentação saudável e diversão para as férias. Isso porque acreditam essa ser uma das formas mais eficientes para despertar o interesse das crianças em um cardápio saudável: conhecendo melhor o que ingerem.

Serão dois dias conhecendo e desenvolvendo receitas deliciosas de bolos, sanduíches e sucos saudáveis.

Para garantir sua inscrição entre em contato: (85) 9 9797 9654. Mais informações na arte abaixo:

oficina de culinária saudável infantil

Como está o sono do seu filho?

Como está o sono do seu filho?

sono infantil Isa XavierA pediatra Isa Xavier fez post que explica um pouco sobre o sono dos pequenos e dá dicas para melhorar a noite:

“Durante a infância, a criança vivencia constantes modificações no sono que refletem o grau de maturidade e desenvolvimento do sistema nervoso central.
Do nascimento até o 6º mês de vida, o sono vem em ciclos de 3 a 4 horas no primeiro mês de vida, independente de ser noite ou dia. Entre o primeiro e o quarto mês, o bebê vai se adaptando progressivamente à luz e fazendo um sono mais longo quando é noite.
O primeiro indício de que o bebê está adequando seu ritmo biológico ao dia de 24 horas é entre a 3ª e a 4ª semana de vida. O bebê fica mais agitado e chorando, geralmente no final da tarde ou início da noite (entre as 17 e 22 horas). É a chamada “hora da cólica”.
Em torno do 6º mês de vida, os períodos de sono já chegam a 6 horas, geralmente com dois períodos noturnos separados pelo despertar para mamar. A consolidação do sono noturno ocorre gradualmente a partir daí.
Entre 2 e 3 anos, o sono noturno deve estar consolidado. Os períodos de sesta durante o dia tendem a diminuir e até acabar. A dificuldade de separação dos pais se reflete na ansiedade, na dificuldade de dormir e nos medos noturnos. Nesta fase é fundamental manter as rotinas para dormir. Os distúrbios do sono são comuns entre 20 e 30% das crianças nesta faixa etária.
Se seu filho está na pré-escola, procure evitar a sesta no final da tarde. Ela pode interferir no sono noturno. Nesta faixa, cerca de 15 a 30% das crianças ainda têm distúrbios de sono.
A transição para o padrão adulto de sono inicia a partir dos 5 anos e vai até os 12. O horário de acordar é fixo nos dias de escola. São frequentes, nesta faixa, os pesadelos e as parassonias (movimentos anormais que resultam na interrupção do sono)”.

DRA. ISA XAVIER
(85) 3045-1145
@draisaxavier

Vacinação gripe x resfriado

Vacinação gripe x resfriado

imunize vacinaçãoVeja a seguir algumas respostas para dúvidas frequentes sobre a gripe e a vacinação, por Lara Maia, pediatra cap da Clínica Imunize.

“O que é gripe?
A gripe é uma infecção viral causada pelo vírus Influenza, que se apresenta com febre, dor no corpo, dores de cabeça e sintomas respiratórios como tosse, congestão de vias aéreas e dificuldade para respirar. Os sintomas variam de leves a graves, podendo levar ao óbito, dependendo do grau de agressão do vírus e principalmente do estado imunológico, nutricional e até psicológico do paciente.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?
O resfriado pode ser causado por vários tipos de vírus que provocam sintomas semelhantes ao da gripe, variando de leves a graves, dependendo muito do tipo de vírus agressor e principalmente do estado geral do paciente.

Não existe uma vacina específica contra resfriado, pois existem centenas de vírus diferentes que causam a doença, o que dificulta o desenvolvimento de vacinas.
Já a gripe é causada por um vírus específico, o vírus Influenza, por isso é possível combatê-lo com a vacinação. Porém, como o vírus Influenza se divide em vários subtipos (cepas) que se renovam constantemente, é necessário atualizar a #vacina contra a gripe a cada ano, para que ela seja eficiente ao tipo de vírus circulante no momento.
Tanto a gripe como o resfriado são transmitidos de pessoa para pessoa por gotículas respiratórias”.

Essas vacinas estão disponíveis na Clínica Imunize.

Alimentação durante a gestação

Alimentação durante a gestação

alimentação durante a gestaçãoA nutricionista materno infantil de Belo Horizonte (MG), que sempre traz suas dicas pirulitantes para a saúde de pais e filhos, Alice no País das Comidinhas, fala um pouco sobre Alimentação durante a gestação:

“A alimentação adequada durante a gestação pode tornar esse momento muito mais agradável e favorecer a formação de um bebê mais saudável. Cuide-se para ter Uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras, fracionada a cada 3 horas, prefira os alimentos integrais, habitue-se de consumir alimentos orgânicos, inclua gorduras de boa qualidade na sua alimentação (como azeite, abacate e oleaginosas), prefira alimentos pobres em açúcar, cafeína e aditivos.

Beba bastante água, pratique atividade física, durma pelo menos 8 horas por dia e curta muito a sua gestação. Lembre-se que em breve você terá um bebê te admirando e imitando tudo o que você faz. Aproveite esse momento para se reeducar e se tornar um bom exemplo para o seu filho”.

@alicenopaisdascomidinhas

Primeiras Vacinas

Primeiras Vacinas

Uma das dúvidas frequentes entre as mamães e papais, principalmente os de primeira viagem: quais são as vacinas que seus bebês devem tomar nos primeiros dias de vida.

Para ajudar nossos leitores, trazemos um quadro da Clínica Imunize, uma das melhores clínicas de vacinação de Fortaleza. Confira abaixo com atenção:

primeiras vacinas

O que fazer quando os pequenos caem

O que fazer quando os pequenos caem

Durante as férias, são muitos os agitos e brincadeiras para as crianças. Mas também não faltam os pequenos acidentes. Pensando nisso , a pediatra Isa Xavier listou algumas orientações para os pais ou responsáveis:

dica isa xavier“Existem muitas dúvidas em relação ao que fazer se a criança bate a cabeça: o que devo observar? Quando devo levar ao pronto socorro? Posso deixar a criança dormir? Quais são os sinais de gravidade?

Pensando nisso resolvi escrever esse post, para melhor orientar os pais, além de evitar idas desnecessárias ao pronto socorro, ou deixar de ir quando precisa.

Lembre-se que o mais importante é evitar que acidentes ocorram, e para isso existem algumas medidas que são importantes tomar para que mesmo se a criança caia, não se machuque.

O mais importante após a queda é observar a criança. Examine-a com cuidado, veja se não tem nenhum sinal de fratura ou algum lugar na cabeça que está mais inchado.

Abaixo veja quando levar seu filho para ser avaliado pelo médico:

-Queda em bebê menor de 3 meses.

-Queda de uma altura maior que 1 metro em crianças menores de 2 anos e acima de 1,5m em crianças maiores de 2 anos.

-Queda da escada com mais de 4 degraus.

-Acidente de bicicleta sem capacete.

-Acidente com automóvel.

-Se a criança ficar desacordada (com perda da consciência) por mais de 1 minuto após o trauma.

-Presença de hematomas nos olhos (olho roxo).

-Presença de galo na cabeça: em região próxima da orelha (região temporal) e na parte posterior da cabeça.

-Sangramento pelo ouvido ou nariz.

-Convulsão

-Sonolência excessiva (a criança não acorda para mamar).

-Choro persistente, contínuo e irritado.

-Dificuldade para andar ou falar, quando já tiver essas habilidades.

-Não movimenta qualquer parte do corpo.

-Moleira abaulada (fontanela), se for bebê.

-Mais de 4 episódios de vômitos após uma hora da queda.

-Após todo o estresse da queda e de tanto chorar, a criança pode mesmo ficar cansada e querer dormir, o importante é avaliar a criança de tempos em tempos.”

DRA. ISA XAVIER
(85) 3045-1145
@draisaxavier

Férias e sol, quais os cuidados necessários?

Férias e sol, quais os cuidados necessários?

Abaixo, algumas dicas da pediatra Isa Xavier de como proteger as crianças durante as férias:

verão com proteção“Com a chegada das férias e do verão, alguns cuidados são necessários para proteger nossos pequenos. A cada ano vem aumentando a incidência de Câncer de pele . O principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pele é a radiação ultravioleta (UV) e a exposição precoce e intensa durante a infância. Por isso, a proteção solar é obrigatória! • Durante os 6 primeiros meses de vida os bebês não devem ser expostos diretamente ao sol. A partir dos 6 meses e até o 1º ano de vida, as exposições solares devem ser até às 10 horas e após as 16 horas, sempre associado ao protetor solar.
• Durante exposições solares prolongadas (praias, clubes, piscinas) é preciso usar chapéus e roupas adequadas, e deixar a criança na sombra ou sob o guarda-sol pelo maior tempo possível.
• Para as crianças maiores é recomendado o uso de óculos de sol.
• A água, a areia e o cimento refletem os raios solares e podem contribuir para a ocorrência de queimaduras.
• A SBP orienta que abaixo dos 6 meses sejam utilizados também bonés, roupas, guarda-sol ou sombrinha.
• Dos 6 meses aos 5 anos de idade, recomenda-se o uso dos filtros solares infantis, pois contêm menos substâncias prejudiciais à pele. Costumam ser mais espessos e possuir coloração esbranquiçada ou rosada.
• O filtro solar ideal deve bloquear tanto radiação UVA/UVB, custo acessível, ser fácil de espalhar e ser resistente à água. Não existem filtros totalmente à prova d´água, e devem ser reaplicados depois de entrar na água ou quando a criança sua muito, sempre secando bem a pele antes de reaplicar o protetor.
• Os filtros solares diferem nos tipos e concentrações dos seus ingredientes. Geralmente os filtros acima do número 15 fazem uma proteção suficiente por até 2 horas e devem ser aplicados 30 min antes da exposição solar.
• Outro fator que interfere na efetividade do filtro solar é a quantidade aplicada. Normalmente aplicamos uma quantidade bastante inferior àquela necessária. FIQUE ATENTO!”

DRA. ISA XAVIER
(85) 3045-1145
@draisaxavier

Veja mais dicas para as férias no post: Como aproveitar a praia sem riscos.
Golfe para crianças durante as férias no Aquiraz Riviera

Golfe para crianças durante as férias no Aquiraz Riviera

golf para crianças aquiraz riviera

golf para crianças aquiraz riviera2

O tempo livre nas férias pode ser oportunidade para as crianças conhecerem um novo esporte. Pensando nisso, o clube de golfe do Aquiraz Riviera oferece durante todos os sábados de janeiro aulas gratuitas. A ação ocorre nos sábados 7, 14, 21 e 28 de janeiro. As crianças de 6 a 15 anos terão aulas das 10 às 11 horas. As visitas devem ser agendadas por telefone nos números: (85) 3391.4655 e (85) 9.9699.0010.

O golfe ajuda no desenvolvimento do raciocínio lógico, maior precisão nos movimento de coordenação motora e concentração. Os participantes terão noções das regras do esporte, como procede o jogo e poderão dar suas primeiras tacadas. O golfe voltou a ser esporte olímpico no Rio de Janeiro e possui tendência de crescimento no país.

O Complexo Aquiraz Riviera possui o melhor campo do Norte e Nordeste, e um dos melhores do Brasil, com 90 hectares, 18 buracos par 72 e ocupando 24 hectares de area grimed, com comprimento de 6700 metros. O projeto privilegia a natureza mantendo a vegetação natural, reduzindo ao mínimo a movimentação de terras e aproveitando a ondulação do terreno para criar o tipo de percurso para golfe estratégico.

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

A neuropediatra Mariana Krueger fala abaixo sobre uma doença que pouco se sabe, mas muito comum na atualidade: o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Saiba mais:

TDAH Dra Mariana KrugerÉ comum a procura ao atendimento ao neurologista infantil com a queixa que a criança é inquieta e que apresentam dificuldade de manter a atenção por muito tempo, sendo muito vezes tabulada como uma criança que vive no mundo da lua.
Geralmente estes pacientes apresentam problemas em sua vida acadêmica, assim como problemas na vida social. Importante ressaltar, que na maioria dos casos, existem outros problemas associados, como ansiedade e depressão.
Estes pacientes devem ser avaliados quanto a possibilidade de transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). O TDAH é uma doença reconhecida pela Organização Mundial de Saúde e seu diagnóstico deve ser feito por um médico habilitado, em auxilio com equipe multiprofissional, através dos critérios do DSM-V (Manual de Estatística e Diagnóstico da Associação Americana de Psiquiatria – 2013), cuja lista de 18 sintomas, deve-se perfazer 6 sintomas de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade. Lembrando da necessidade dos mesmos estarem presentes a mais de 6 meses e antes dos 12 anos, ocorrer comprometimento em pelo menos duas áreas diferentes (casa e escola, por exemplo) e que os sintomas acarretem prejuízos na vida acadêmica/social/profissional.
As apresentações do transtorno podem ser com predomínio desatento, com predomínio de hiperatividade-impulsividade ou combinada.
O tratamento do TDAH é multimodal, sendo necessário uma equipe multiprofissional e total cooperação da família e escola. Envolve psicoterapia (principalmente quando houver outras doenças associadas, como transtorno de ansiedade), orientações à escola e família e medicamentos (estimulantes, anti-depressivos, entre outros). Muitas vezes, os transtornos são associados, aonde a pesquisa de transtornos da aprendizagem, ou mesmo transtornos de conduta e comportamento, é fundamental.
O TDAH pode remitir na vida adulta, mas quando não tratado adequadamente pode gerar consequências emocionais negativas, dificuldades acadêmicas, baixa auto-estima, risco de acidentes e abuso de drogas, sendo muito importante seu diagnóstico precoce, assim como seu manejo adequado.

Dra Mariana Krueger – Neuropediatra
CREMEC 17.288

Meditação e yoga para gestantes

Meditação e yoga para gestantes

Alessandra GurgelRecentemente, a educadora física e professora de Yoga Alessandra Gurgel postou em suas redes sociais um relato que pode inspirar e muito as gestantes. E também anunciou que, em breve, formará turma para meditação e Yoga para grávidas. O objetivo é o de ajudar a conexão com o próprio corpo e mente durante a gestação e o parto. As aulas também poderão ser particulares.

Confira abaixo, trechos de sua experiência com o parto humanizado há quase três meses, quando nasceu seu filho Gael.
“Desde o começo da minha gravidez, queria um parto natural, porém que fosse um acontecimento transformador e prazeroso. Mas a maioria dos relatos e vídeos que eu lia e assistia expressavam muita dor e desespero e não era isso que eu buscava.
Sabia que se fomos feitas para parir, não poderia ser algo tão temível.. terrível. Desde então busquei informações que me levariam a esse estado de entrega e empoderamento para o dia do parto. Algumas mulheres sentem até prazer, pois são liberados os mesmos hormônios da relação sexual. Então por que a maioria sente o contrário? Será a nossa falta de conexão interior, saber escutar nosso corpo e não dar ouvidos aos pensamentos negativos infinitos que a mente humana é mestra em fazer?!
Sou educadora fisica e professora de yoga e pratico meditação há alguns anos, o que foi fundamental para um parto lindo e rápido. (…)
Comecei a sentir as primeiras contrações às 18h30. Avisei para meu amado Emílio Ribeiro que havia chegado a hora. Nosso Gael estava vindo. Ele ligou para Krys, minha querida doula, que pediu para fazermos a contagem das contrações no aplicativo. Emílio me ajudou pois só queria ficar de olho fechado e entregue àquele momento, queria ficar em silêncio e sentir tudo o que meu corpo pedia para eu fazer.
(..) Estava de pé e meu corpo pedia para fazer movimentos circulares no quadril como de dança do ventre. Sempre que sentia a Contração fazia esse movimento.
Krys chegou às 20 horas (só sei porque ela me disse, pois tinha perdido noção do tempo), trazendo seu amor e tranquilidade, o que me passou ainda mas confiança. Me colocou na bola e perguntou se queria ficar sentada nela. Fiquei por um tempo, mas logo voltei a ficar em pé e fazendo movimentos circulares quando vinha a contração. Disse que só iria dar uma passada para ver como estava, pois aquela fase poderia duras dias ou horas. Krys me pediu para fazer um sinal quando estivesse com contração, pois eu não fazia cara de dor. Estava tão entregue que ela não sabia a diferença entre contração e não contração e ela tinha que saber em que fase do parto estava para avisar à enfermeira Nirla e Dra. Liduina. Então fizemos a contagem no aplicativo, não me lembro de detalhes, qual intervalo, só sei que ela resolveu ficar e chamou a Nirla, que chegou por volta de 22 horas para fazer o exame de toque. Ela avaliou que estava com 3 cm de dilatação, mas o colo estava bem fino. Lembro que elas comentaram que poderia demorar horas. Mas meu corpo dizia que seria rápido.
Então, segui com meu processo de autoconhecimento. Entre uma contração e outra, meu corpo liberava doses grandes de endorfina, que me faziam entrar em outra dimensão e eu apagava, era surreal. Levantava quando sentia a contração fazendo o movimento circular no quadril e sentava apoiada na bola para receber a sessão de endorfina e assim foi seguindo até a hora que não senti mais vontade de fazer os movimentos circulares e sim agachar e fazer uns sons tipo mantra “ahhhh”, respirando e soltando o ar e falando ahhhh bem suave. Incrível quando escutamos o corpo, sem deixar a mente atrapalhar, pois ele dá todas as respostas.
Continuava de olho fechado bem entregue a cada ação e reação. Lembro de Krys sempre falar com aquela voz doce “abre … relaxa …”. Ela chamou Nirla para me avaliar novamente, acho que era em torno de 23h30. Senti desconforto, pois deixei minha mente vagar e perdi a concentração e a entrega. Quando Nirla fez o toque novamente, já estava com 8 cm de dilatação e muito perto do expulsivo. Logo em seguida, saiu o tampão. Havia dito para a Krys que gostaria de ir para o Cura Dar’s pois queria a piscina, mas sabia que não daria tempo de chegar lá, pois Gael estava chegando. Então, revolvemos ir para a Gastroclínica, que fica a dois quarteirões de casa.
Ao descer as escadas, quando sentia contração parava… sentia… e voltava a andar. Entrei no carro e Emílio colocou as músicas que gosto para continuar meu processo. Olhei para o relógio do carro eram 00h40. Chegamos rápido ao hospital e já estava com muita vontade de fazer força. Esperei Krys chegar e subi para o quarto com ela. Ela já havia comunicado a Dra. Liduina, que estava a caminho.
Entrei no quarto já tirando a roupa, apoiando as mãos na maca, sentia muita vontade de fazer força. Fiz força e enfim rompeu a bolsa. Logo depois, Dra. Liduina chegou com sua presença amorosa.
Estava para parir em pé, tinha acontecido tão rápido que Krys não havia levado a banqueta, pois ainda iria passar em casa mas não deu tempo. Dra. Liduina perguntou se gostaria de ficar de cócoras, mas não me foi confortável. Krys comentou que passei o trabalho de parto em pé. E fiquei em pé, mas um pouco agachada. Meu marido ficou atrás de mim me segurando, ele foi minha banqueta. Fiz mas uma força e começou a sair a cabecinha. Então fiquei com vontade de gritar (lembrei de quando fazia musculação e tinha que colocar força e fazia sons), dessa vez a força era tamanha que gritei, gritei ahhhh kkkkk. Não gritava de dor, mas para me ajudar a empurrar, senti o círculo de fogo. Fiz mais uma força grande e a cabecinha de Gael saiu. E de pé fiz mas uma força e às 01h22 do dia 10 de setembro nasceu meu bebê amado. Realmente ele existia, foi a primeira coisa que pensei. Ria de felicidade por ele existir e pelo meu processo sagrado ter sido iluminado como me preparei para ser. Ele ficou no meu peito, sentindo meu amor. Não houve laceração. Quando o cordão parou de pulsar, o paizão apaixonado cortou o cordão.
Poderia contar muitas outras coisas, mas meu objetivo nesse relato de parto é dizer que temos poder, o poder feminino ancestral, sagrado, divino que está adormecido dentro da gente. Vejo que não importa o que você venha a passar no parto, as dificuldades que enfrentará (cesárea, bebê enlaçado…) se você se conectar com essa forca divina, será o feito mais maravilhoso de sua vida. Basta treinar o corpo e principalmente a mente para isso. Eu treinei e enfim posso dizer que consegui. E se eu consegui você também pode”.

Para mais informações sobre a turma, ligar para Alessandra no (085)99992.9700.

Entenda mais sobre a APLV

Entenda mais sobre a APLV

lara maia

Lara Maia

A pediatra Lara Maia, cap da Clínica de Vacinação Imunize, aborda abaixo uma temática cada dia mais constante na vida das mamães, a preocupação com a temível alergia ao leite de vaca, APLV. Entenda um pouco sobre ela e a melhor maneira de evitá-la:

A decisão de ter um filho, a gestação e a espera de um bebê é algo que envolve muita expectativa, amor, alegria e, ao mesmo tempo, ansiedade.

Por mais que todos temam, ninguém espera de fato que seu filho tenha alguma enfermidade. Afinal, o que mais se deseja é que a criança nasça com saúde.

Portanto, é muito compreensível que os pais fiquem tristes, apreensivos e até se desestabilizem ao perceber que algo não está bem com seu bebê, principalmente quando as queixas envolvem a alimentação, o ganho de peso e o crescimento da criança.

 

Ao aprender a lidar com o medo e a culpa os pais conseguem então aceitar a APLV do seu bebê.

Aceitar significa não resistir. A aceitação faz com que os pais deixem de enxergar apenas as dificuldades e passem a realizar as tarefas e os cuidados com paciência.

Quando os pais aceitam o diagnóstico genuinamente, eles se unem juntos um do outro. Nesse momento tudo fica mais fácil, pois é possível raciocinar e agir para cuidar.

A influência genética/familiar é o fator mais associado ao desenvolvimento da alergia. Filhos de pais com algum tipo de alergia possuem 75% de chances de desenvolvê-la. Mas, mesmo quando não há história de alergia na família, a criança pode manifestar APLV.

Outro fator associado à APLV é o contato precoce com o alimento. Ao nascer, o intestino e o sistema imunológico do bebê ainda estão em fase de maturação, ou seja, ainda estão “aprendendo” a fazer a digestão dos alimentos e a defender o organismo contra substâncias nocivas.

O alimento ideal para o seu bebê é o leite materno, pois é nutricionalmente completo e rico em enzimas e anticorpos que o bebê ainda não consegue produzir sozinho. Além disso, pequenas quantidades das proteínas que a mãe consome passam para o leite materno, possibilitando o contato do bebê com os alimentos que consumirá no futuro, o que favorece o desenvolvimento da tolerância alimentar.

A oferta precoce de leite de vacas para bebês, principalmente nos primeiros dias de vida, aumenta as chances de a criança desenvolver APLV, pois os órgãos do sistema digestivo ainda estão terminando de se formar e a criança poderá ter dificuldade em digeri-lo, absorvendo suas proteínas inteiras, antes de serem digeridas até peptídeos e aminoácidos. O sistema imunológico do bebê, que também está em fase de amadurecimento, pode confundir a proteína do leite de vaca com algo nocivo e começar a reagir, desencadeando a alergia.

É comum a criança não apresentar reação no primeiro contato com as proteínas do leite de vaca. Entretanto, se ela tiver predisposição genética, seu organismo irá produzir os anticorpos específicos para essas proteínas e/ou células inflamatórias e armazenará essa informação em suas células. Quando houver uma segunda exposição às proteínas do leite, mesmo que seja meses depois, a criança irá apresentar reação.

Portanto, a melhor forma de prevenir a APLV é garantir o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida e evitar a introdução precoce de leite ou fórmulas à base de proteína do leite de vaca.

Lara Maia

Clínica de Vacinação Imunize
Rua José Vilar, 1212 – Aldeota
85 3268-3321
85 3258-2115

www.clinicaimunize.com.br
Instagram: @imunize_

Como aproveitar a praia sem riscos

Como aproveitar a praia sem riscos

cuidados na praiaA pediatra Isa Xavier selecionou as principais dicas para quem quer curtir uma praia com os pequenos, sem correr riscos:

Como manter a saúde das crianças no passeio para a praia?
- Muita água – o calor da praia aumenta a chance de desidratação. Ofereça bastante líquido para as crianças (água, suco de fruta e água de coco).
- Cuidado com os alimentos – os passeios em praias são frequentemente associados a quadros de intoxicação alimentar em crianças, por isso, preste muita atenção no que o seu filho come. Evite os petiscos vendidos na praia e ande sempre com frutas para oferecer as crianças, além de nutritivas, elas ajudam a evitar a desidratação.
- Atenção redobrada – Preste muita atenção no seu filho, mantenha-o sempre próximo, Crianças pequenas devem usar pulseiras de identificação para o caso de se perderem.
- Cuidado com o mar – Use coletes salva-vidas ou boias e mantenha os pequenos sempre na beirinha. Nunca permita que a criança vá ao mar sozinha, mesmo que ele seja maior e saiba nadar.
- Proteja do sol – Guarda sol, chapéu e roupas com fator de proteção solar são boas ideias para proteger as crianças do sol. Peça ao pediatra orientação sobre o protetor solar adequado para o seu filho e capriche no uso! Fique atento para reaplicar sempre que necessário.

Sigam as dicas e divirtam-se!

DRA. ISA XAVIER
(85) 3045-1145
@draisaxavier