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Divertida(mente) vem aí

Divertida(mente) vem aí

““Divertida Mente”, mais recente animação da Pixar, foi aplaudida de pé em exibição fora de competição no Festival de Cannes (um dos maiores eventos do cinema mundial). O filme apresenta a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza, emoções que vivem na mente de Riley, uma garota divertida de 11 anos. A estreia no Brasil está marcada para o dia 02 de julho.” 

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Fica a dia de Arthur Gadelha, idealizador e blogger do quartoato.com.

Oficina de sorvetes

Oficina de sorvetes

A Meninas Fashion Pink lançou uma oficina que fez sucesso no aniversário da Beatriz Barreto: a oficina de sorvetes. Nela, a criançada pode montar seu próprio sorvete, com recheios e coberturas. Ficando ainda mais delicioso!

E o mais legal é que a meninada ama, curte mesmo!

 

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Moda para os pequenos está em alta

Moda para os pequenos está em alta

Não é preciso caminhar muito pelos corredores dos shoppings, ou pelas principais ruas de comércio a céu aberto, para encontrar uma nova loja voltada exclusivamente para o consumidor infantojuvenil. No cenário atual, o lojista que atua no varejo da moda pode optar por atender a nicho específico de mercado – um deles é o de roupas, calçados e acessórios. Como o consumidor nessa faixa etária está em fase de crescimento, existe uma demanda constante para o setor de vestuário.

Kokid kids

Kokid Kids (Fotos: Divulgação)

Segundo o Sebrae, o mercado de roupas infantis cresce em média 6% ao ano, de acordo com a Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Dados do Instituto de Estudos de Marketing Industrial (IEMI) mostram que, em 2013, o varejo de moda infantil movimentou R$ 27,5 bilhões, representando alta de 7,5% sobre 2012.

Kokid Kids 3Atualmente, o comportamento das crianças e de suas mães tem feito o mercado de moda infantil crescer rápido no Brasil. Outros fatores ajudaram, como a importação de roupas e calçados, aumentando a concorrência no setor e a variedade da oferta. A expansão do poder de consumo também levou mais famílias brasileiras a renovar o guarda-roupa dos filhos nos últimos anos.

Segundo o gerente comercial da Kokid Kids, Ricardo Jales, em 2015, o mercado infantil representa quase 10% do faturamento. Pretende-se até o primeiro semestre do próximo ano, atingir 30% do faturamento com as vendas desse seguimento. “Nossa estratégia é criar um espaço nas lojas Kokid (Adulto), para revenda dos produtos infantis. Atualmente, temos 2 lojas dentro de nosso estado (Fábrica e Shopping Sul) e mais três fora do estado (Mossoró, Natal e Belém).  Esperamos até o fim do segundo semestre, abrir mais duas unidades”.

O grande diferencial para quem vive da moda infantil é a busca por qualidade e conforto dos produtos. Assim, quem está inserido neste mercado, deve se preocupar em criar e produzir roupas infantis como vestidos, por exemplo, com qualidade suficiente para que esta peça dure o tempo máximo exigido por uma criança ativa sem machucar ou irritar a pele.

Para os empresários da marca Kokid, o segmento infantil é algo promissor, pois as pessoas estão buscando mais requinte e têm em sua loja, uma visitação maior de um público feminino.

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Por Laura Bandeira (Conecta Comunicação)

6ª edição da Feira do Livro Infantil de Fortaleza

6ª edição da Feira do Livro Infantil de Fortaleza

Mais uma vez na praça e mais uma vez gratuito. Dessa vez, o tema da VI edição da Feira do Livro Infantil de Fortaleza é a poesia. O evento, que acontece de 27 a 30 de maio, será realizado na Praça do Ferreira e a programação é completamente gratuita, com abertura da Banda Dona Zefa, no dia 27, às 18 horas. O encerramento será dia 30, às 18 horas, com show da cantora Ana Cañas.

Feira do livro geral

Organizado pela Casa da Prosa e com o patrocínio da Endesa Fortaleza, Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e Ministério da Cultura, a Feira do Livro Infantil de Fortaleza vai atrair e estimular centenas de novos e experientes leitores. Com o tema ‘A poesia vai à feira’, o evento vem conquistando um público cada vez mais cativo e interessado pela leitura.

Este ano, a programação contemplará uma agenda de palestras, oficinas e encontros com autores. Serão 32 expositores, entre livrarias, editoras e agremiações literárias como associações e academias de letras.

Por lá também, muita contação de histórias, que acontecerão todos os dias, lançamentos literários, encontro com escritores e ilustradores convidados, mini oficinas para crianças e oficinas para jovens.

 

Dona Zefa

Dona Zefa (Foto: Divulgação)

Já confirmados na programação da VI Feira nomes como a dupla Jujuba e Ana Nogueira, contadores de histórias do Rio de Janeiro, a banda Dona Zefa, os escritores Fábio Araújo (RJ), Guilherme Mendicelli (SP), Rossandro Klinjey (PB), Jailson de Almeida (SP) e os já festejados autores cearenses Horácio Dídimo, Klévisson Viana, Fabiana Guimarães, J.J. Marreiro e Kelson de Oliveira. E contaremos, também, com recitais poéticos com a Academia Maria Ester de Leitura e Escrita e AESTROFE e a compositora e cantora paulista Ana Cañas, encerrando a programação, no dia 30 de maio.

Outro ponto alto do evento é a facilidade nas vendas de livros, que terão descontos de até 30%, inclusive nos lançamentos. O objetivo é democratizar o acesso ao livro e a leitura tornando cada vez mais próximo o encontro de autores e seus leitores, um evento acessível com preços das obras mais populares. O volume de vendas no ano passado ultrapassou seis mil livros entre as editoras participantes.

Horário Dídimo é o poeta homenageado nesta edição. Ficcionista e ensaísta brasileiro, é professor do Departamento de Literatura da Universidade Federal do Ceará. Formado em Direito (UERJ) e Letras (UFC), mestre em Literatura Brasileira (UFPB) e doutor em Literatura Comparada (UFMG). Escreveu vários livros no campo de poesia, ensaio e literatura infantil, entre os quais se destacam ‘Tempo de Chuva’, ‘Tijolo de Barro’, ‘A palavra e a Palavra’ (Amor – palavra que muda de cor), ‘A nave de Prata’, ‘A Estrela Azul’ e o ‘Almofariz’ (poesia). É membro da Academia Cearense de Letras, da Academia Cearense da Língua Portuguesa e membro correspondente da Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris (Salvador-Bahia). Durante toda a programação da feira serão lidos e declamados poemas de sua autoria.

Serviço:

VI Feira do Livro Infantil de Fortaleza

Quando: de 27 a 30 de maio de 2015

Onde: Praça do Ferreira

Gratuito
Informações: www.feiradolivroinfantilfor.com

85-3252.3343 / 8526-1201

Bem-vindo à vila das histórias de Manu

Bem-vindo à vila das histórias de Manu

Além de pirulitar por aqui, organizo festas pela Pah! Comunicação e Eventos. Mais que isso, realizo sonhos. E quando a sua festa é o seu sonho? A proposta está cheia de amor envolvido. Foi assim no aniversário de 2 anos da minha pequena Manu.  Tinha tudo que eu sempre projetei para esse dia. Tinha amigos, diversão, rosas, histórias, amor, letras, comemoração, livros, crianças e sorrisos. Tinha felicidade, realização, personagens, família e oração. Tinha açaí, pudim, crepe, algodão doce, pipoca, brigadeiro, suco e refrigerante. Mais ainda tinha todo mundo e todas as coisas que amamos. O meu desafio, certamente, foi sincronizar tudo isso.

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Por isso o tema foi “Vila das Histórias de Manu”. Um lugar lúdico voltado para o cotidiano da Emanuela, que despertou para o conhecimento da literatura de bichos, princesas, cores e formas. Ao seu redor, tudo tem um nome e um porque. A Manu, como é carinhosamente conhecida, fala tudo e descobriu desde bebezinha com o Super Why, o alfabeto. A partir daí, ela começou a fazer pequenas conexões e sua linguagem a levou a contar histórias, o que ela mais ama fazer. Depois disso, descobriu os números. Não estamos diante da menina prodígio, mas de uma criança muito esperta. E, como mãe, claro que babo com esse interesse pessoal. Mas sou esclarecida para entender que ela é uma criança. E nas suas histórias, dentro de seu mundo, ela pode ser o que quiser.

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Dentro dessa proposta muito particular de temática para festas, quis trazer a maior tendência de todas: a realidade da criança para dentro do evento. A festa fica mais intimista, o que costumo chamar de pessoalizada. Além disso, cabe dentro desse contexto todas as histórias e também todos os personagens.

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Enfim, produzi essa festa como mãe e fui uma espectadora ao ver tanta felicidade na minha filha assistindo a tudo o que planejei para ela. Fui também plateia ao ver seu encantamento junto a família. E o pai? Estava encantado. Aproveitou como uma criança e curtiu muito tudo.Marcos Félix e Emanuela Figueiredo (4)

Foi aí que veio a melhor parte. Em meio ao cerimonial, vi o quanto uma festa vale a pena. Para toda a vida, vou contar isso nas histórias da Manu. Esse evento fará parte de sua vida. Para isso, ficam as fotos e os registros cinematográficos. Caiu a minha ficha: a Vila das Histórias de Manu é uma pequena amostra de todas as histórias que esse tema pode ter, de todas as pessoas que foram e de todos os profissionais que fizeram essa festa.

Marília Teófilo, Viviane Aragão, Priscylla Brasileiro, Nathália Teixeira e Patrícia Ferreira

 

Liduina Figueiredo, Emanuela Figueiredo e Nathália Teixeira (1)

E, por fim, uma última historinha: contar histórias pode ter sido uma grande sacada, mas para isso, precisamos ter plateia. Afinal de que vale uma história sem ninguém para ouvi-la? Bem, essa minha história fala de amizade e compromisso. Nela cabem todos os personagens: Buffet Golden Kids, Pah! Comunicação e Eventos, Brigaderia Festa Show, Zirigdun Fotografia Infantil, Carino Filmes, Gráfica Plim Digital, Mr. Açaí Ceará, Bom Bocado, Mundo da Jujuba, Innocence Couture, Emporio Provençal Decorações, Paixão em Calda, Make Ideias, Cris Mari Santos, Lolita Lembranças, Grupo Encantos, Célia Bezerra Bem Casados, Art Flor e Adriana Chocolates, que contribuíram com competência e profissionalismo para que o aniversário da Manu fosse um sucesso. O mais importante dessas empresas é lembrar que são comandados por homens e mulheres e que essas pessoas são extraordinárias ao fazer as histórias acontecerem.

Decoração (49)

E, por falar em pessoas, não posso deixar de registrar aqui a participação de um ser humano mara: Letícia, mais que uma blogger, uma amiga e sócia fantástica, que muito pirulitou para tornar nosso sonho uma realidade. Além dela, a minha mãe, que realizou mais um de meus sonhos com a sua generosidade e amor de sempre.

07.05.15 infantil 02 Anos de Emanuela 01 046

 

Mais detalhes do evento.

Alvani Figueiredo com as netas Emanuela Figueiredo e Maria Eduarda Figueiredo e a personagem Peppa

 

Grupo Encantos com Marcos Félix, Liduina Figueiredo e Emanuela Figueiredo

 

 

Veja mais fotos do evento no link Coberturas

Mães ideais X Mães reais

Mães ideais X Mães reais

Ter filhos é sempre uma experiência desorganizadora, que nos remete a emoções profundas e desconhecidas, guardadas em nosso inconsciente.

Desde que nascemos, de alguma forma somos orientadas a refletir e exercitar a maternidade. Às vezes tenho impressão que essa temática é tão essencialmente nossa, que deve ter sido carimbada no ato do nosso nascimento. O cenário cultural, independente da classe social, cuida de emblemas as habilidades necessárias para nos tornarmos mães ideais. E essa carga do perfeito, muitas vezes insustentável, nos acompanha no decorrer das nossas fases do desenvolvimento, assim como nas configurações relacionais que vamos construindo e incorporando à nossa subjetividade.

Em nosso cotidiano, quase que inevitavelmente nos deparamos com esse jogo de palavras “ideal x real”, foneticamente semelhantes, mas afetivamente tão distintos. De acordo com a definição em nossa língua mãe, “o ideal só existe na imaginação, é algo da dimensão do fantástico, quimérico e perfeito, logo humanamente impossível de ser alcançado”. Já a definição de real, clarifica a existência verdadeira, e não imaginária, da dimensão da vida real. Logo acolhe e compreende melhor as nossas limitações enquanto humanos gerando equilíbrio emocional satisfatório para lidar com as complexidades do empoderamento da maternidade.

 

super-maeMesmo que tenhamos sido preparadas em toda a nossa existência para “dar a luz”, quando de fato isso ocorre, quase sempre nos sentimos despreparadas, inseguras e imaturas para assumir esse papel de tão grande porte. Enfrentamos a avalanche de mudanças corporais e hormonais, os infinitos e repetitivos exames, no entanto, quando estamos defronte aquele pequeno ser que depende incondicionalmente de nós, entramos instantaneamente numa crise por aquisição. Somos invadidas por um misto de sentimentos e por um turbilhão de emoções. Não bastando esse cenário caoticamente desorganizado, ganhamos junto com bebê um kit de sentimento de culpa.

As mães que trabalham fora de casa, antes mesmo de saírem da maternidade, já estão com o calendário nas mãos para, angustiadamente, contarem os dias que faltam para ficarem com o seu bebê. Já as mães em tempo integral precisam enfrentar a dor do anonimato, aceitando o seu bebê como o protagonista principal.

Quando pensei em escrever esse texto, busquei relatar um pouco do descontentamento e da dificuldade em lidar com a desconstrução de um modelo de mãe ideal, culturalmente reforçado em detrimento ao modelo de mãe real, sem admissão de comparações, porém legítimo e empoderado.

 

Na minha experiência materna, a mãe real é aquela que aceita errar, que está aberta as inovações, que repassa afetivamente seus princípios e valores, que investe no fortalecimento do vínculo e que corrige empaticamente seus filhos. Mães reais somos todas nós, que organizamos as nossas agendas, sempre priorizando um tempo presentificado com nossos filhos. Mãe real se faz no decorrer dos dias, dos meses e dos anos, através de experiências positivas e punitivas que desenham a história de um vínculo fortalecido que impera sobre modelos figurativos do ideal, perdidos e apagados nos dogmas culturais e nas historinhas de “faz de conta”. Eu sou uma mãe real, comprometida em acomodar dentro do meu diversificado repertório de atividades, ser feliz e fazer meus filhos felizes.

 

Felícia dos Santos

Psicóloga Infantil Comportamental – CRP:11/05957

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